Threat actors behind a notorious click-fraud botnet have set their sights on vehicle infotainment modules and are abusing legitimate functionality to spread infections.
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- Topic: Ciberseguridad — Riesgo, identidad, respuesta a incidentes y cumplimiento.
- Source: Dark Reading
- Published: 26/08/2026
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Por que importa
Toda vez que leio um caso assim penso no mesmo: segurança não se compra, se opera. Dá para ter todas as ferramentas do mercado e seguir exposto se ninguém revisa os alertas, se os patches são aplicados quando dá, ou se o backup nunca foi testado restaurando de verdade.
Eu leio com a lista curta de sempre: segundo fator em tudo que dá acesso, backups testados e separados da rede, e um inventário real do que está exposto à internet. Não é glamouroso, e continua sendo o que evita a maioria dos desastres.
O que costuma dar errado
O que mais vejo falhar é o backup. Está configurado, roda toda noite, ninguém revisa. No dia em que é preciso restaurar aparece que estava falhando em silêncio havia quatro meses, ou que se copiava tudo menos justo o que fazia falta. Um backup que nunca foi restaurado é uma suposição.
O que observar
- O que foi possível restaurar e em quanto tempo — backup que não foi testado não conta.
- Como foi comunicado a clientes e reguladores, que é onde se define o custo reputacional.
- Se houve terceiros ou fornecedores na cadeia, porque o perímetro hoje inclui os parceiros.
Como leio esta publicação
Eu usaria isto para uma conversa com o conselho, não com a área técnica. A pergunta que se precisa saber responder ali é quanto tempo o negócio consegue operar sem seus sistemas e quanto custa cada dia dessa parada. Com esse número, o orçamento de segurança se discute diferente.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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