As enterprises increasingly adopt multicloud architectures, bring your own key (BYOK) has become a fundamental pillar for maintaining data sovereignty and helping protect critical cloud workloads.
As enterprises increasingly adopt multicloud architectures, bring your own key (BYOK) has become a fundamental pillar for maintaining data sovereignty and helping protect critical cloud workloads.
Following our previous announcements of quantum-safe digital signatures and quantum-safe key encapsulation mechanisms (KEMs) in Cloud Key Management Service (Cloud KMS), we are excited to announce the preview of quantum-safe key import in Cloud KMS for software-based cryptographic keys.
Our updated quantum-safe BYOK capability, the first step of the next phase of our post-quantum cryptography (PQC) migration timeline, can help you protect your sensitive keys before a cryptographically-relevant quantum computer (CRQC) emerges.
As you adopt quantum-safe key import to help protect your keys in transit, you can also monitor your overall post-quantum posture with Cloud KMS PQC insights, now generally available. This high-level visual illustrates your asymmetric keys based on the categorization of the algorithms they use, and can help you plan for future modernization and support long-term resilience.
The threat: Store Now, Decrypt Later attacks Traditional key import methods rely on classical asymmetric encryption standards to wrap keys during transit. While these algorithms successfully defend against today’s threats, they will become fundamentally insecure when a viable quantum computer emerges that can potentially decrypt keys that adversaries have intercepted and stored.
Quantum-safe key import helps mitigate these store now, decrypt later (SNDL) attacks by wrapping your keys in a quantum-resistant envelope from day one.
In context
- Topic: Cloud y Arquitectura — Nube pública, híbrida, costos y decisiones de infraestructura.
- Source: Google Cloud Blog
- Published: 20/08/2026
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Por que importa
Depois de alguns anos, quase toda organização que migrou descobre a mesma coisa: a fatura cresce mais rápido que o negócio. Não porque a nuvem seja cara, mas porque ninguém desliga o que já não se usa e ninguém tem incentivo para revisar.
Separo o que se move por custo do que se move por capacidade. Migrar para economizar quase nunca funciona; migrar para poder fazer algo que antes não se podia, sim. Quando o argumento é só economia, convém revisar os números de novo porque costumam estar incompletos.
O que costuma dar errado
Onde costuma quebrar é na capacidade da equipe. A plataforma é nova mas as pessoas aprenderam no caminho, sem tempo e sem acompanhamento. Acabam replicando na nuvem as mesmas práticas do centro de dados, ou seja, pagam-se preços de nuvem por benefícios que nunca chegam.
O que observar
- O que acontece quando o fornecedor tem uma queda, porque vai ter, e o que segue operando enquanto isso.
- O custo total em três anos com crescimento real, não a promoção do primeiro ano.
- Quão difícil seria sair ou mover uma parte para outro fornecedor, que é o poder de negociação futuro.
Como leio esta publicação
Se isto entrasse numa decisão de infraestrutura, eu pediria o custo total em três anos com o crescimento real embutido, não o do primeiro ano com desconto de entrada. A maioria das surpresas de nuvem está no ano dois, quando o desconto acaba e o volume já subiu.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
Está vivendo isso na sua equipe?
Abra o chat e me conte como estão lidando com isso. Tenho interesse em comparar notas.