La firma de ciberseguridad alerta sobre ataques dirigidos al personal de reservas mediante la suplantación de clientes y de Booking.com.
La firma de ciberseguridad alerta sobre ataques dirigidos al personal de reservas mediante la suplantación de clientes y de Booking.com.
En contexto
- Tema: Ciberseguridad — Riesgo, identidad, respuesta a incidentes y cumplimiento.
- Fuente: Silicon España
- Publicado: 25/08/2026
Seguir leyendo en la fuente original →
Extracto publicado automáticamente por el radar del sitio. El texto completo pertenece a su medio y se enlaza arriba.
Por que importa
Toda vez que leio um caso assim penso no mesmo: segurança não se compra, se opera. Dá para ter todas as ferramentas do mercado e seguir exposto se ninguém revisa os alertas, se os patches são aplicados quando dá, ou se o backup nunca foi testado restaurando de verdade.
Separo o risco técnico do risco de negócio, porque nem sempre coincidem. Uma vulnerabilidade crítica num sistema isolado importa menos que uma média no sistema que fatura. Priorizar por severidade sem olhar onde está o dinheiro é um jeito caro de trabalhar muito e proteger pouco.
O que costuma dar errado
Onde costuma quebrar é na resposta, não na prevenção. Há ferramentas, há alertas, e quando acontece algo de verdade ninguém sabe quem decide desconectar, a quem se avisa primeiro, nem o que se diz ao cliente. Perdem-se horas valiosas discutindo isso enquanto o problema cresce.
O que observar
- O que foi possível restaurar e em quanto tempo — backup que não foi testado não conta.
- Como foi comunicado a clientes e reguladores, que é onde se define o custo reputacional.
- Se houve terceiros ou fornecedores na cadeia, porque o perímetro hoje inclui os parceiros.
Como leio esta publicação
Se isto acontecesse perto de uma organização que assessoro, a conversa que eu forçaria não é sobre ferramentas: é sobre o ensaio. Quantas vezes o incidente foi simulado, quem liga para quem, o que se diz ao cliente e em que momento. O plano que nunca foi ensaiado não é plano, é documento.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
Está vivendo isso na sua equipe?
Abra o chat e me conte como estão lidando com isso. Tenho interesse em comparar notas.