New payment data from Ramp suggests that Anthropic’s most advanced AI model, Fable 5, has had a slow start among enterprise customers, the Financial Times reports.
New payment data from Ramp suggests that Anthropic’s most advanced AI model, Fable 5, has had a slow start among enterprise customers, the Financial Times reports.
Two months after launch, Fable 5 accounts for about 11% of total enterprise spending on Anthropic models, breaking the previous trend of customers quickly moving to the most powerful model.
According to analysts and investors, the development is mainly due to Fable 5’s high price and the fact that cheaper models are good enough for most tasks.
For example, Anthropic’s smaller, cheaper Opus 5 model has surpassed Fable 5 in enterprise spending since its launch in late July. Anthropic itself has declined to comment on the data.
In context
- Topic: Estrategia y Gobierno de TI — Decisiones de portafolio, costo total, gobierno y marcos de referencia.
- Source: CIO
- Published: 24/08/2026
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Por que importa
A governança de TI quase nunca falha por falta de tecnologia: falha por falta de clareza sobre quem decide o quê. Uma notícia como esta costuma ser o sintoma visível de um modelo operacional que já não cabe no tamanho da organização, e esses modelos se mudam antes de a pressão chegar, não depois.
Quando olho um movimento assim, a pergunta não é qual ferramenta compraram, mas qual capacidade ficou instalada: uma área de arquitetura que sustente critérios, um portfólio priorizado com donos de negócio de verdade e métricas que alguém revisa toda semana. Sem isso, qualquer anúncio se dilui em doze meses.
O que costuma dar errado
Onde mais vejo isto falhar é no segundo semestre. O anúncio é feito com energia, a equipe é montada, e oito meses depois a pessoa que puxava mudou de cargo ou de empresa. Sem um dono institucional, e não apenas pessoal, o programa se apaga sem que ninguém o cancele formalmente.
O que observar
- Como fica a relação com os fornecedores atuais, que é onde costuma estar a dependência que ninguém mediu.
- Quem fica como dono da decisão e com qual orçamento próprio, não emprestado.
- Se aparecem métricas de negócio ou apenas métricas de entrega — custo por transação manda sobre percentual de avanço.
Como leio esta publicação
Se isto chegasse à minha mesa, a primeira coisa que eu pediria não é um plano: é o inventário honesto do que já está rodando e quanto custa sustentar. Quase sempre aparece que o orçamento do novo sai de desligar algo velho que ninguém quer nomear, e essa conversa é a que decide se o projeto vive.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
Está vivendo isso na sua equipe?
Abra o chat e me conte como estão lidando com isso. Tenho interesse em comparar notas.