Need a low-cost, high-performance way to run long-lived, stateful workloads such as AI agents? Today, we introduced Cloud Run instances, which let you do just that. Consider AI agents such as OpenClaw or Hermes, which are intended for individual developers or personal use.
Need a low-cost, high-performance way to run long-lived, stateful workloads such as AI agents? Today, we introduced Cloud Run instances, which let you do just that. Consider AI agents such as OpenClaw or Hermes, which are intended for individual developers or personal use.
Cloud Run services scale to zero when requests stop, so they aren’t ideal for a long-lived agent that expects exactly one copy to be running continuously. On the other hand, the alternative — running a dedicated VM — means paying for full compute 24/7, managing operating system updates, opening firewall ports, and provisioning your own HTTPS endpoints.
Cloud Run instances provide dedicated, singleton compute runtimes on Cloud Run. They have the following attributes:
Up to 7-day continuous runtime, with automatic restart policy configured by default
Every instance gets a HTTPS URL that remains unchanged across updates and restarts.
You can stop each instance when you aren't using it and resume it whenever you need it
In context
- Topic: Cloud y Arquitectura — Nube pública, híbrida, costos y decisiones de infraestructura.
- Source: Google Cloud Blog
- Published: 27/08/2026
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Por que importa
A nuvem deixou de ser uma decisão técnica faz tempo. Hoje é uma decisão financeira com consequências técnicas: troca-se investimento de capital por gasto mensal, e essa troca cai bem para algumas empresas e muito mal para outras.
Separo o que se move por custo do que se move por capacidade. Migrar para economizar quase nunca funciona; migrar para poder fazer algo que antes não se podia, sim. Quando o argumento é só economia, convém revisar os números de novo porque costumam estar incompletos.
O que costuma dar errado
O que mais vejo falhar é a migração literal. Move-se o sistema exatamente como estava, sem redesenhar nada, e passa-se a pagar por hora o que antes se pagava uma vez. Funciona igual, custa mais, e dois anos depois alguém pergunta para que foi feito. Levantar e mover não é modernizar.
O que observar
- O custo total em três anos com crescimento real, não a promoção do primeiro ano.
- Quão difícil seria sair ou mover uma parte para outro fornecedor, que é o poder de negociação futuro.
- Quem vê a fatura e com que detalhe: sem dono do gasto, o gasto cresce sozinho.
Como leio esta publicação
Eu leria pensando na saída antes da entrada. Não porque alguém planeje sair, mas porque a conversa sobre como sairia é a que revela quanto se está amarrando. Se ninguém na mesa consegue descrever esse caminho, a dependência já é maior do que se imagina.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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Abra o chat e me conte como estão lidando com isso. Tenho interesse em comparar notas.