Put several AI bots to work, and a mistake by one may not stay within its assigned task. For example, The post Grok Bot vs. Hermes: Where each draws the security boundary appeared first on The New Stack.
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In context
- Topic: Low-Code y No-Code — Plataformas de bajo código, su gobierno y su deuda técnica.
- Source: The New Stack
- Published: 24/08/2026
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Por que importa
Em segurança, a notícia quase nunca é o ataque: é o tempo entre a invasão e alguém perceber. Esse número diz mais sobre uma organização do que qualquer certificado pendurado na parede da recepção.
Separo o risco técnico do risco de negócio, porque nem sempre coincidem. Uma vulnerabilidade crítica num sistema isolado importa menos que uma média no sistema que fatura. Priorizar por severidade sem olhar onde está o dinheiro é um jeito caro de trabalhar muito e proteger pouco.
O que costuma dar errado
O ponto cego mais caro costuma ser o fornecedor. Blinda-se o perímetro próprio e dá-se acesso amplo a um terceiro que não tem metade desses controles. Boa parte dos incidentes que vi na região entrou por aí, e o contrato não dizia nada a respeito.
O que observar
- O que foi possível restaurar e em quanto tempo — backup que não foi testado não conta.
- Como foi comunicado a clientes e reguladores, que é onde se define o custo reputacional.
- Se houve terceiros ou fornecedores na cadeia, porque o perímetro hoje inclui os parceiros.
Como leio esta publicação
Eu usaria isto para uma conversa com o conselho, não com a área técnica. A pergunta que se precisa saber responder ali é quanto tempo o negócio consegue operar sem seus sistemas e quanto custa cada dia dessa parada. Com esse número, o orçamento de segurança se discute diferente.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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Abra o chat e me conte como estão lidando com isso. Tenho interesse em comparar notas.