Laboratória abre inscrições para curso gratuito de IA para mulheres
O programa Ativa sua Carreira, da Laboratória, está com inscrições abertas para a terceira edição. Voltado exclusivamente a mulheres com 18 anos ou mais de qualquer parte do Brasil e que sentem que ficaram desatualizadas diante das transformações rápidas do mercado de trabalho.
O programa Ativa sua Carreira, da Laboratória, está com inscrições abertas para a terceira edição. Voltado exclusivamente a mulheres com 18 anos ou mais de qualquer parte do Brasil e que sentem que ficaram desatualizadas diante das transformações rápidas do mercado de trabalho.
Em contexto
- Tema: Inteligencia Artificial — IA aplicada al negocio: casos, límites, costos y gobierno.
- Fonte: IT Forum
- Publicado: 26/08/2026
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Por que importa
Adotar IA numa empresa não se parece com comprar software: parece contratar gente. É preciso ensinar o contexto, revisar o trabalho no começo, definir o que pode assinar sozinho e o que não pode. As notícias que valem são as que mostram alguém resolvendo essa parte, não a do anúncio.
Eu meço a maturidade em IA com uma pergunta incômoda: alguém consegue explicar, em uma linha, que decisão o modelo toma e quem responde se errar? Onde isso está claro, o projeto anda. Onde não está, fica em piloto eterno e acaba cancelado com a desculpa de que a tecnologia não estava pronta.
O que costuma dar errado
O erro que mais vi se repetir é não medir nada antes de começar. Implementa-se, todo mundo sente que melhorou, e quando alguém pergunta quanto, não há resposta. Sem linha de base não há como defender o orçamento do ano seguinte, e é aí que bons projetos morrem.
O que observar
- Qual processo concreto é tocado e como se mede antes e depois; sem linha de base não há resultado, há opinião.
- Quem revisa as saídas do modelo e com que frequência — o ponto em que a IA se torna auditável.
- O custo por consulta em volume real, não o do piloto: é a variável que mais dá surpresas.
Como leio esta publicação
Minha recomendação prática é definir desde o primeiro dia o que se faz quando o modelo erra: quem revisa, com que frequência e em que momento se desliga. Soa defensivo, mas é exatamente o que permite ser agressivo depois, porque o risco deixou de ser uma incógnita.
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