The adversary-in-the-middle (AitM) phishing service lowers the barrier to entry for actors to create attacks and steal more than just user credentials.
The adversary-in-the-middle (AitM) phishing service lowers the barrier to entry for actors to create attacks and steal more than just user credentials.
In context
- Topic: Ciberseguridad — Riesgo, identidad, respuesta a incidentes y cumplimiento.
- Source: Dark Reading
- Published: 26/08/2026
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Por que importa
A maioria dos incidentes que acabam caros não começou com uma técnica sofisticada. Começou com uma conta que deveria ter sido fechada quando alguém pediu demissão, um servidor que ninguém sabia que continuava ligado, ou uma permissão ampla dada para resolver o momento e que ficou.
Eu leio com a lista curta de sempre: segundo fator em tudo que dá acesso, backups testados e separados da rede, e um inventário real do que está exposto à internet. Não é glamouroso, e continua sendo o que evita a maioria dos desastres.
O que costuma dar errado
Onde costuma quebrar é na resposta, não na prevenção. Há ferramentas, há alertas, e quando acontece algo de verdade ninguém sabe quem decide desconectar, a quem se avisa primeiro, nem o que se diz ao cliente. Perdem-se horas valiosas discutindo isso enquanto o problema cresce.
O que observar
- O que foi possível restaurar e em quanto tempo — backup que não foi testado não conta.
- Como foi comunicado a clientes e reguladores, que é onde se define o custo reputacional.
- Se houve terceiros ou fornecedores na cadeia, porque o perímetro hoje inclui os parceiros.
Como leio esta publicação
O que eu revisaria nesta mesma semana são os acessos: contas de gente que já saiu, permissões que cresceram sem ninguém cortar e credenciais compartilhadas que todo mundo jura que não existem. É o trabalho menos vistoso e o que mais corta ataques.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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