Tricentis is providing early access to multiple artificial intelligence (AI) capabilities that it is gearing up to roll out later this year via a Tricentis Transform initiative, including an autonomous AI agent, dubbed Aida, that explores web and Windows desktop applications to surface defects, weaknesses and other pot…
Tricentis is providing early access to multiple artificial intelligence (AI) capabilities that it is gearing up to roll out later this year via a Tricentis Transform initiative, including an autonomous AI agent, dubbed Aida, that explores web and Windows desktop applications to surface defects, weaknesses and other pot…
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- Topic: Inteligencia Artificial — IA aplicada al negocio: casos, límites, costos y gobierno.
- Source: DevOps.com
- Published: 26/08/2026
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Por que importa
A conversa sobre inteligência artificial ficou barulhenta, e isso dificulta enxergar o que importa. O que importa quase nunca é o modelo: é qual processo concreto fica mais barato, mais rápido ou mais confiável, e quem responde quando a resposta sai errada.
O que olho primeiro não é a capacidade do modelo, e sim o dado que o alimenta. Quase todos os projetos que vi fracassar não fracassaram pelo algoritmo: fracassaram porque o dado estava em três sistemas com três definições diferentes e ninguém quis ser quem arrumaria isso.
O que costuma dar errado
O erro que mais vi se repetir é não medir nada antes de começar. Implementa-se, todo mundo sente que melhorou, e quando alguém pergunta quanto, não há resposta. Sem linha de base não há como defender o orçamento do ano seguinte, e é aí que bons projetos morrem.
O que observar
- Quem revisa as saídas do modelo e com que frequência — o ponto em que a IA se torna auditável.
- O custo por consulta em volume real, não o do piloto: é a variável que mais dá surpresas.
- Onde ficam os dados e sob qual contrato, sobretudo quando há informação de clientes envolvida.
Como leio esta publicação
Minha recomendação prática é definir desde o primeiro dia o que se faz quando o modelo erra: quem revisa, com que frequência e em que momento se desliga. Soa defensivo, mas é exatamente o que permite ser agressivo depois, porque o risco deixou de ser uma incógnita.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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