Are you looking to become or move forward as a CIO? Then you’ll need to polish your business and leadership skills across a range of domains or risk career stagnation.
Are you looking to become or move forward as a CIO? Then you’ll need to polish your business and leadership skills across a range of domains or risk career stagnation.
“CIOs really need to be conversant across just about everything the company does,” says Mike Loukides, vice president of emerging technology at technology and business training firm O’Reilly. “That kind of breadth doesn’t come easily and it’s not a specialized, single-skill job.”
We spoke with industry leaders to identify the skills that CIOs who enterprises fight over have in common. Here are the seven fundamental skills that will help you become a CIO superstar.
CIOs should be visionary, employing technology skills and insights to enhance business outcomes, says Peter Silas, CEO of medical records and billing firm Enable Healthcare.
Silas says his firm’s CIO was able to achieve assertive leadership by innovating new systems and using data effectively to improve service and efficiency. “An effective CIO in healthcare will ensure that technology is used to assist with actual outcomes, such as improved patient care, reduced delays, and data-driven prevention of illness,” he says.
A strategic leader will strive to build an innovation culture, Silas says. “At Enable, we facilitate an open teamwork environment in which all individuals across departments are invited to share their ideas with IT,” he states. “When everyone feels involved in change, the entire organization advances together.”
In context
- Topic: Estrategia y Gobierno de TI — Decisiones de portafolio, costo total, gobierno y marcos de referencia.
- Source: CIO
- Published: 12/10/2026
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Por que importa
Quando uma organização anuncia uma virada dessas, o anúncio raramente é o mais interessante. O que importa é tudo o que ele obriga a reorganizar por baixo: orçamentos comprometidos, contratos vigentes, equipes montadas para outra coisa. É aí que se vê se a decisão tinha respaldo real ou era um slide de apresentação.
Quando olho um movimento assim, a pergunta não é qual ferramenta compraram, mas qual capacidade ficou instalada: uma área de arquitetura que sustente critérios, um portfólio priorizado com donos de negócio de verdade e métricas que alguém revisa toda semana. Sem isso, qualquer anúncio se dilui em doze meses.
O que costuma dar errado
Onde mais vejo isto falhar é no segundo semestre. O anúncio é feito com energia, a equipe é montada, e oito meses depois a pessoa que puxava mudou de cargo ou de empresa. Sem um dono institucional, e não apenas pessoal, o programa se apaga sem que ninguém o cancele formalmente.
O que observar
- O calendário real de contratos e renovações: é ali que se vê se o movimento foi estratégico ou foi vencimento.
- O que se desliga para financiar o novo; se nada se desliga, o orçamento vai doer em seis meses.
- Como fica a relação com os fornecedores atuais, que é onde costuma estar a dependência que ninguém mediu.
Como leio esta publicação
Eu trataria menos como notícia de tecnologia e mais como sinal de mercado. Se um ator do setor se move assim, em doze ou dezoito meses o resto vai ter que responder alguma coisa. Convém decidir agora, com calma, o que se vai responder, em vez de improvisar quando o cliente perguntar.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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