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CISOs no Brasil veem IA como desafio na cibersegurança

A Proofpoint divulgou nesta segunda-feira (28) o relatório Voice of the CISO 2026, com dados sobre o cenário de segurança cibernética no Brasil. O levantamento ouviu 1.600 diretores de segurança da informação (CISOs) em 16 países e aponta que, embora os índices de ataques e perdas de dados tenham recuado, o risco human…

A Proofpoint divulgou nesta segunda-feira (28) o relatório Voice of the CISO 2026, com dados sobre o cenário de segurança cibernética no Brasil. O levantamento ouviu 1.600 diretores de segurança da informação (CISOs) em 16 países e aponta que, embora os índices de ataques e perdas de dados tenham recuado, o risco human…

Em contexto

  • Tema: Ciberseguridad — Riesgo, identidad, respuesta a incidentes y cumplimiento.
  • Fonte: IT Forum
  • Publicado: 28/09/2026

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Trecho publicado automaticamente pelo radar do site. O texto completo pertence ao veículo e está vinculado acima.

Por que importa

A maioria dos incidentes que acabam caros não começou com uma técnica sofisticada. Começou com uma conta que deveria ter sido fechada quando alguém pediu demissão, um servidor que ninguém sabia que continuava ligado, ou uma permissão ampla dada para resolver o momento e que ficou.

Separo o risco técnico do risco de negócio, porque nem sempre coincidem. Uma vulnerabilidade crítica num sistema isolado importa menos que uma média no sistema que fatura. Priorizar por severidade sem olhar onde está o dinheiro é um jeito caro de trabalhar muito e proteger pouco.

O que costuma dar errado

Onde costuma quebrar é na resposta, não na prevenção. Há ferramentas, há alertas, e quando acontece algo de verdade ninguém sabe quem decide desconectar, a quem se avisa primeiro, nem o que se diz ao cliente. Perdem-se horas valiosas discutindo isso enquanto o problema cresce.

O que observar

  • O que foi possível restaurar e em quanto tempo — backup que não foi testado não conta.
  • Como foi comunicado a clientes e reguladores, que é onde se define o custo reputacional.
  • Se houve terceiros ou fornecedores na cadeia, porque o perímetro hoje inclui os parceiros.

Como leio esta publicação

Se isto acontecesse perto de uma organização que assessoro, a conversa que eu forçaria não é sobre ferramentas: é sobre o ensaio. Quantas vezes o incidente foi simulado, quem liga para quem, o que se diz ao cliente e em que momento. O plano que nunca foi ensaiado não é plano, é documento.

Esta publicação é um trecho da fonte original, selecionada pelo radar do site. O comentário acima é próprio e não pertence ao veículo citado.
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