O ChatGPT tem um recurso pouco conhecido chamado Mapas, que usa a localização do usuário para ajudar a descobrir lugares próximos. A ferramenta combina o mapa com a conversa do ChatGPT para buscar estabelecimentos, pontos de interesse e outras informações sobre uma determinada região.
O ChatGPT tem um recurso pouco conhecido chamado Mapas, que usa a localização do usuário para ajudar a descobrir lugares próximos. A ferramenta combina o mapa com a conversa do ChatGPT para buscar estabelecimentos, pontos de interesse e outras informações sobre uma determinada região.
Depois de compartilhar a localização, o usuário pode perguntar o que há por perto, pedir recomendações ou consultar informações, como notícias e previsão do tempo. Também é possível selecionar um ponto específico no mapa e conversar com o ChatGPT sobre o local, seja para encontrar restaurantes e atrações ou conhecer outras opções nas proximidades.
As buscas podem ser adaptadas ao que o usuário procura. É possível, por exemplo, pedir restaurantes próximos, encontrar cafés abertos, procurar atrações turísticas ou buscar lugares com determinadas características. O recurso também pode ajudar na escolha entre diferentes estabelecimentos a partir das informações apresentadas no mapa.
Como usar o Mapas do ChatGPT para descobrir lugares? Para acessar o recurso pelo computador, siga estes passos:
Solicite indicações de lugares para o ChatGPT em determinada região.
Como o recurso Mapas funciona? O Mapas do ChatGPT precisa de acesso à localização para funcionar. Depois de autorizar o recurso, basta selecionar um ponto no mapa e fazer uma pergunta sobre o local.
Em contexto
- Tema: Inteligencia Artificial — IA aplicada al negocio: casos, límites, costos y gobierno.
- Fonte: Canaltech
- Publicado: 10/10/2026
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Por que importa
Adotar IA numa empresa não se parece com comprar software: parece contratar gente. É preciso ensinar o contexto, revisar o trabalho no começo, definir o que pode assinar sozinho e o que não pode. As notícias que valem são as que mostram alguém resolvendo essa parte, não a do anúncio.
Separo sempre duas coisas que se misturam: a demonstração e a operação. Uma demonstração precisa funcionar uma vez com alguém olhando; a operação precisa funcionar mil vezes sem ninguém olhando, com casos estranhos, dados sujos e às duas da manhã. O salto entre as duas é onde o orçamento some.
O que costuma dar errado
O que mais vejo falhar é a expectativa. Alguém viu uma demonstração impecável e pediu o mesmo para a sua área em um mês, sem considerar que a demonstração rodava sobre dados limpos preparados para a ocasião. Quando o piloto real mostra resultados irregulares, a conclusão injusta é que a tecnologia não serve.
O que observar
- Onde ficam os dados e sob qual contrato, sobretudo quando há informação de clientes envolvida.
- Se a organização pode trocar de fornecedor sem refazer tudo, que é a prova de que não ficou amarrada.
- Qual processo concreto é tocado e como se mede antes e depois; sem linha de base não há resultado, há opinião.
Como leio esta publicação
Eu usaria isto para uma conversa de talento mais do que de compra. A capacidade que precisa ser instalada não é operar uma ferramenta, que muda a cada seis meses, e sim formular bem o problema e avaliar a resposta. Essa fica em casa.
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