Agents with the Federal Bureau of Investigation (FBI) on Thursday arrested the co-founder of a Canadian cybersecurity firm in connection with an investigation into the ShinyHunters hacking group that recently relieved the FBI of sensitive data on thousands of agents, multiple sources tell KrebsOnSecurity.
Agents with the Federal Bureau of Investigation (FBI) on Thursday arrested the co-founder of a Canadian cybersecurity firm in connection with an investigation into the ShinyHunters hacking group that recently relieved the FBI of sensitive data on thousands of agents, multiple sources tell KrebsOnSecurity.
In context
- Topic: Ciberseguridad — Riesgo, identidad, respuesta a incidentes y cumplimiento.
- Source: Krebs on Security
- Published: 09/10/2026
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Por que importa
A maioria dos incidentes que acabam caros não começou com uma técnica sofisticada. Começou com uma conta que deveria ter sido fechada quando alguém pediu demissão, um servidor que ninguém sabia que continuava ligado, ou uma permissão ampla dada para resolver o momento e que ficou.
Separo o risco técnico do risco de negócio, porque nem sempre coincidem. Uma vulnerabilidade crítica num sistema isolado importa menos que uma média no sistema que fatura. Priorizar por severidade sem olhar onde está o dinheiro é um jeito caro de trabalhar muito e proteger pouco.
O que costuma dar errado
O que mais vejo falhar é o backup. Está configurado, roda toda noite, ninguém revisa. No dia em que é preciso restaurar aparece que estava falhando em silêncio havia quatro meses, ou que se copiava tudo menos justo o que fazia falta. Um backup que nunca foi restaurado é uma suposição.
O que observar
- O que foi possível restaurar e em quanto tempo — backup que não foi testado não conta.
- Como foi comunicado a clientes e reguladores, que é onde se define o custo reputacional.
- Se houve terceiros ou fornecedores na cadeia, porque o perímetro hoje inclui os parceiros.
Como leio esta publicação
Se isto acontecesse perto de uma organização que assessoro, a conversa que eu forçaria não é sobre ferramentas: é sobre o ensaio. Quantas vezes o incidente foi simulado, quem liga para quem, o que se diz ao cliente e em que momento. O plano que nunca foi ensaiado não é plano, é documento.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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