Finextra & ACI Worldwide launch global survey report: ‘Payments 2030: The Payoff Year’
The latest Finextra survey report, designed to help financial institutions prepare for the road to 2030, is now available to download.
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In context
- Topic: Banca y Fintech — Banca digital, pagos, open banking y regulación financiera.
- Source: Finextra
- Published: 16/10/2026
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Por que importa
Em pagamentos, a inovação está sempre um passo à frente da regulação e dois passos à frente dos sistemas que precisam sustentá-la. Essa defasagem é onde o negócio se decide: quem conseguir fechá-la sem quebrar a conformidade fica com o mercado.
Separo o que melhora a vida do cliente do que melhora a margem do banco. Às vezes coincidem, e esses são os bons projetos. Quando não coincidem, convém dizer em voz alta no comitê, porque o projeto que só melhora a margem aparece na satisfação do cliente antes do que se imagina.
O que costuma dar errado
O erro que se repete é testar só o caminho feliz. Valida-se que a transação funciona e não que o estorno funciona, que o duplicado é detectado, que uma queda de energia no meio da operação deixa tudo consistente. Esses casos são noventa por cento do trabalho real e dez por cento dos testes.
O que observar
- O que acontece com o custo por transação em volume real, que é onde o negócio se define.
- Como fica a conciliação diária, que é onde aparecem os casos que ninguém modelou.
- O que o regulador local exige e com que prazo, porque o prazo costuma ser a restrição real.
Como leio esta publicação
Se isto entrasse numa instituição, eu revisaria primeiro a conciliação. Tudo o que é novo em pagamentos parece bom até ter que fechar o dia, e aí aparecem os casos que ninguém modelou: estornos, duplicados, transações pela metade. Esse trabalho chato define se o produto é sustentável.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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