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How to manage projects over Christmas: A year-end guide

Are you gearing up for the holidays? There’s a lot to do as we count down to the end of the year! For me in the UK, it’s a Christmas break that I’m looking forward to, but the tips below work for whatever festivity or holiday project planning you are gearing up for as a team.

Are you gearing up for the holidays? There’s a lot to do as we count down to the end of the year! For me in the UK, it’s a Christmas break that I’m looking forward to, but the tips below work for whatever festivity or holiday project planning you are gearing up for as a team.

I’ve been caught out a couple of times (change freeze, anyone?) so in this article I’m sharing my tips for how to manage your work over the festive season.

Christmas creates a temporary change to the operating environment of your project.

People are away. Decisions take longer. Financial deadlines move forward. Steering meetings may need rescheduling. Suppliers may have reduced capacity. And the people who normally know how to resolve an issue might be sitting around a log fire somewhere.

Some proactive planning upfront will make it a lot easier for you to switch off properly when you down tools for the break.

Here’s my main tip for managing projects in the festive season. Before December, check:

In context

  • Topic: Proyectos, PMO y Riesgos — Gestión de proyectos, oficinas de proyecto y riesgo del portafolio.
  • Source: Rebel's Guide to PM
  • Published: 05/10/2026

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Excerpt published automatically by the site radar. The full text belongs to its publisher and is linked above.

Por que importa

Em gestão de projetos, quase tudo o que se discute como problema técnico é na verdade um problema de expectativas mal negociadas no começo. Escopo, prazo e custo foram acordados num momento em que ninguém tinha informação suficiente, e depois ninguém quis reabrir a conversa.

Leio essas coisas procurando onde o risco estava antes de virar incidente. Quase sempre já estava escrito em algum registro que ninguém revisava, com um dono atribuído que nunca soube que era. O risco identificado e não gerenciado é pior que o não identificado: dá a falsa sensação de que há controle.

O que costuma dar errado

O erro clássico é tratar a gestão de riscos como entregável da fase de planejamento. Monta-se a matriz, aprova-se, arquiva-se. Ninguém a reabre até o encerramento, quando serve para documentar que o risco estava previsto — que é exatamente o contrário de gerenciá-lo.

O que observar

  • Quais riscos estão identificados, quem é dono de cada um e quando foram revisados pela última vez.
  • O tamanho da primeira entrega útil: quanto mais longe estiver, mais se parece com uma aposta.
  • Como foi estimado e quão perto estiveram as estimativas anteriores da mesma organização.

Como leio esta publicação

A forma como eu traria isto ao chão é reduzindo o tamanho das entregas. Um projeto de dezoito meses sem nada visível antes do mês doze é uma aposta, não um plano. Prefiro seis entregas que sirvam separadamente, mesmo que o total demore um pouco mais, porque cada uma corrige o rumo.

A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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