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Seven ways to encourage critical thinking in AI users

Employees are increasingly using large language models (LLMs) and AI agents to get work done. Many are using agents to complete tasks, and others are using LLMs to generate content, vibe coding tools to develop applications, and agent orchestration platforms to automate workflows.

Employees are increasingly using large language models (LLMs) and AI agents to get work done. Many are using agents to complete tasks, and others are using LLMs to generate content, vibe coding tools to develop applications, and agent orchestration platforms to automate workflows.

According to Kyndryl’s People Readiness Report, while 57% of organizations have embedded AI into core processes or deployed AI broadly, only 23% believe their workforce is fully ready to use AI effectively. Kim Basile, CIO at Kyndryl, says, “Leaders must help employees understand how their work is changing, redesign roles and workflows around AI, and build workforce readiness through upskilling, retraining, and change management.”

Critical thinking is a key discipline for leaders to develop in their organizations, as AI increasingly handles tasks, creates content, and augments people’s skills.

There are many ways to define critical thinking. One research paper from 1987 defines it as an “intellectually disciplined process of actively and skillfully conceptualizing, applying, analyzing, synthesizing, and/or evaluating information.” A simpler definition is, “thinking in which you question, analyze, interpret, evaluate, and make a judgment about what you read, hear, say, or write.”

In the Coffee With Digital Trailblazers gatherings I host weekly on LinkedIn Live, critical thinking was identified as a top skill in the episode on reskilling mid-career leaders. In the World Economic Forum’s Future of Jobs report, employers list aspects of critical thinking, including analytical and creative thinking, as the most sought-after core skills.

“It’s critical for organizations to create an atmosphere where questioning assumptions is expected, diverse perspectives are welcomed, and decisions are based on evidence rather than hierarchy or intuition,” says Raluca Rusu, CEO of R Systems Europe. “Equally important is fostering psychological safety so people feel comfortable challenging ideas, admitting uncertainty, and learning from experimentation without fear of blame.”

In context

  • Topic: Cloud y Arquitectura — Nube pública, híbrida, costos y decisiones de infraestructura.
  • Source: InfoWorld
  • Published: 14/10/2026

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Por que importa

Depois de alguns anos, quase toda organização que migrou descobre a mesma coisa: a fatura cresce mais rápido que o negócio. Não porque a nuvem seja cara, mas porque ninguém desliga o que já não se usa e ninguém tem incentivo para revisar.

O que eu olho nesses anúncios é a portabilidade. Quanto mais confortável é uma plataforma, mais difícil costuma ser sair dela, e esse conforto se paga em poder de negociação três anos depois, justo quando chega a renovação e já não há alternativa crível.

O que costuma dar errado

O que mais vejo falhar é a migração literal. Move-se o sistema exatamente como estava, sem redesenhar nada, e passa-se a pagar por hora o que antes se pagava uma vez. Funciona igual, custa mais, e dois anos depois alguém pergunta para que foi feito. Levantar e mover não é modernizar.

O que observar

  • O custo total em três anos com crescimento real, não a promoção do primeiro ano.
  • Quão difícil seria sair ou mover uma parte para outro fornecedor, que é o poder de negociação futuro.
  • Quem vê a fatura e com que detalhe: sem dono do gasto, o gasto cresce sozinho.

Como leio esta publicação

O que eu instalaria junto com qualquer movimento para a nuvem é a disciplina de desligar. Etiquetar tudo por dono, revisar mensalmente o que está ligado sem uso e dar a alguém a autoridade de desligar. Sem isso, o desperdício come a economia prometida em dois anos.

A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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