Why CIOs should choose Samsung Galaxy Enterprise Edition
CIOs, it’s time to rethink your mobile device lifecycle Let’s start with an uncomfortable question: how much risk is hiding in devices that are no longer receiving security updates? Enterprise mobility management (EMM) and mobile device management (MDM) solutions can give IT visibility across a device fleet.
CIOs, it’s time to rethink your mobile device lifecycle Let’s start with an uncomfortable question: how much risk is hiding in devices that are no longer receiving security updates? Enterprise mobility management (EMM) and mobile device management (MDM) solutions can give IT visibility across a device fleet.
When devices are purchased and deployed at different times, lifecycle planning can quickly become complex. That’s where Samsung Galaxy Enterprise Edition comes in: giving organizations more predictable procurement and lifecycle terms, plus tools designed to simplify deployment and ongoing operations.
Take the guesswork out of device refreshes with Galaxy Enterprise Edition
Here’s what Galaxy Enterprise Edition can offer, depending on the model and market:
Extended security maintenance releases, with supported models receiving up to 7 years—and select models up to 8 years—from first global launch.
A 3-year warranty on eligible devices launched in 2024 or later.
In context
- Topic: Estrategia y Gobierno de TI — Decisiones de portafolio, costo total, gobierno y marcos de referencia.
- Source: CIO
- Published: 09/10/2026
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Por que importa
Há uma diferença enorme entre uma empresa que tem projetos de tecnologia e uma que tem estratégia de tecnologia. A primeira acumula iniciativas; a segunda decide o que não vai fazer. Movimentos assim costumam ser o momento em que alguém, lá em cima, finalmente escreveu a lista do que fica de fora.
Meu filtro é sempre o mesmo: isto muda uma decisão ou muda só uma ferramenta? Se no fim do trimestre as mesmas pessoas continuam aprovando as mesmas coisas com os mesmos critérios, não houve transformação, houve compra. A diferença aparece na ata do comitê, não no comunicado.
O que costuma dar errado
O que costuma dar errado é a parte que não foi conversada com as áreas que vão carregar o trabalho. Decide-se em cima, comunica-se para baixo, e a resistência não aparece como oposição, e sim como lentidão. Ninguém diz não; simplesmente tudo demora o dobro e ninguém sabe explicar por quê.
O que observar
- O que se desliga para financiar o novo; se nada se desliga, o orçamento vai doer em seis meses.
- Como fica a relação com os fornecedores atuais, que é onde costuma estar a dependência que ninguém mediu.
- Quem fica como dono da decisão e com qual orçamento próprio, não emprestado.
Como leio esta publicação
A forma como eu traria isto ao chão é em três movimentos: nomear um dono com orçamento próprio, definir duas métricas revisadas em comitê todo mês e fixar uma data em que se decide continuar ou parar. É pouco glamouroso e é o que separa os programas que chegam dos que só são comentados.
A notícia original está publicada em outro idioma; o trecho é citado como o veículo o entrega e o comentário é escrito em português.
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