A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos Estados Unidos (CISA) adicionou na quinta-feira (1) uma falha crítica que afeta o Fortinet FortiMail ao seu catálogo de Vulnerabilidades Exploradas Conhecidas, após relatos de exploração ativa.
A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos Estados Unidos (CISA) adicionou na quinta-feira (1) uma falha crítica que afeta o Fortinet FortiMail ao seu catálogo de Vulnerabilidades Exploradas Conhecidas, após relatos de exploração ativa.
Em contexto
- Tema: Ciberseguridad — Riesgo, identidad, respuesta a incidentes y cumplimiento.
- Fonte: CISO Advisor
- Publicado: 05/10/2026
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Por que importa
Em segurança, a notícia quase nunca é o ataque: é o tempo entre a invasão e alguém perceber. Esse número diz mais sobre uma organização do que qualquer certificado pendurado na parede da recepção.
Eu leio com a lista curta de sempre: segundo fator em tudo que dá acesso, backups testados e separados da rede, e um inventário real do que está exposto à internet. Não é glamouroso, e continua sendo o que evita a maioria dos desastres.
O que costuma dar errado
O que mais vejo falhar é o backup. Está configurado, roda toda noite, ninguém revisa. No dia em que é preciso restaurar aparece que estava falhando em silêncio havia quatro meses, ou que se copiava tudo menos justo o que fazia falta. Um backup que nunca foi restaurado é uma suposição.
O que observar
- Como foi comunicado a clientes e reguladores, que é onde se define o custo reputacional.
- Se houve terceiros ou fornecedores na cadeia, porque o perímetro hoje inclui os parceiros.
- Quanto tempo levaram para detectar, que costuma ser a métrica mais reveladora do caso inteiro.
Como leio esta publicação
O que eu revisaria nesta mesma semana são os acessos: contas de gente que já saiu, permissões que cresceram sem ninguém cortar e credenciais compartilhadas que todo mundo jura que não existem. É o trabalho menos vistoso e o que mais corta ataques.
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